segunda-feira, 29 de setembro de 2008

NOÉLIA SIRLENE E A MODARTE MODELS NA COOPERBOM TURISMO



Diretora-geral da Modarte Models e da Folha Comercial, irá ministrar os cursos para Modelo e Manequim, e o Curso para Garçons na COOPERBOM TURISMO, dando continuidade à grade de cursos que a Cooperativa está oferecendo. Ela recebeu o prêmio de consagração pública - TOP OF MIND/2005-2006 - na categoria de propaganda e publicidade com 81% dos votos. Os outros 19% foram divididos entre as agências e veículos de comunicação da cidade. O prêmio é cedido pelo INBRAP - Instituto Brasileiro de Pesquisa de Opinião Pública, realizado através de telemarketing. (veja o certificado). Noélia, que também é promotora de eventos, fotografa e instrutora de manequim e modelo fotográfico não cabe em si de contente com o sucesso dos seus projetos e realizações. Ela ministra aulas de passarela, ritmo, andamento, fotogenia, estilo, maquiagem, interpretação cênica e boas maneiras. Se você não pretende ser apenas mais um na multidão, precisa inscrever-se urgente no famoso curso Modarte Models promovido pela COOPERBOM TURISMO.

VAGAS LIMITADAS. PARTICIPE!

domingo, 28 de setembro de 2008

O PAPEL DAS COOPERATIVAS PARA O DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE

O cooperativismo se traduz na mais pura organização democrática voltada para a solução de problemas comuns, e isso em sua enorme maioria tem sido comprovado na prática. Uma de suas mensurações é no próprio Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) que comprova em números que onde o cooperativismo está presente os índices de desenvolvimento são superiores. De forma voluntária e livre os interessados aderem aos ideais e objetivos da cooperativa, qual seja o de atender as necessidades dos que a constitui, beneficiando estruturalmente a sociedade em aspectos socioeconômicos, culturais e conjunturais.
O cooperativismo representa um caminho de desenvolvimento sustentável para toda a cadeia produtiva da comunidade, fazendo com que o associado seja um agente ativo na participação do mercado interno e externo, como também nas ações sociais da comunidade. Com seu desenvolvimento, as cooperativas são importantes instrumentos de difusão de tecnologias e implementadoras de políticas desenvolvimentistas, agindo também como elo de ligação entre a comunidade e o governo. As ações praticadas transformam as cooperativas em agentes de desenvolvimento econômico e social. Hoje, as cooperativas são, em muitos países, as mais importantes empresas econômicas, maiores empregadoras e geradoras de receitas, atuando em perfeita sintonia com a coletividade, atendendo grande parte da população de países como o Canadá, Estados Unidos, Romênia e muitos outros da Europa, onde o número de pessoas cooperadas chega a ser de 75%.
As cooperativas de turismo congregam profissionais que exercem atividades ligadas ao turismo que é um setor de grande importância econômica em todo o mundo e oferecem muitas atrações, sendo cada vez mais procuradas pelo público urbano. Diante desse potencial e objetivando oferecer novas alternativas de renda aos associados das cooperativas, o sistema cooperativista turístico atua em duas frentes: na orientação de grupos interessados em atuar de forma cooperativa no oferecimento de serviços de apoio ao turismo, e no treinamento de agentes de turismo e preparação da infra-estrutura, inclusive nas propriedades rurais para o turismo cooperativo rural, a exemplo de países da Europa, onde esse ramo do turismo é muito forte.
Os inventimentos sociais das cooperativas:

O conceito de responsabilidade social é relativamente novo para a maioria das empresas. Entretanto, para as cooperativas esse conceito advém dos próprios princípios e valores do Cooperativismo. A preocupação com a cidadania, com o meio ambiente, com o bem estar social, com a educação, com a saúde, com a qualidade de vida dos associados, funcionários, comunidade, clientes, fornecedores e consumidores faz parte da cultura cooperativista.
IDH e municípios com sede de cooperativas:

Nos municípios onde existem cooperativas, o IDH é alto. Um dos projetos da COOPERBOM TURISMO tem como diretriz a valorização das pessoas, acreditando ser esse o caminho para uma sociedade mais solidária e busca difundir a cultura da cooperação nas escolas e nas comunidades.

sábado, 27 de setembro de 2008

Ajude a ONU a escolher o tema do próximo relatório sobre desenvolvimento no Brasil

O PNUD - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - vai fazer audiências públicas, parcerias com empresas e instituições sociais, consultas com professores de pós-graduação, jornalistas, órgãos públicos e internautas para definir o tema do próximo Relatório de Desenvolvimento Humano sobre o Brasil, a ser publicado no ano que vem.O site do PNUD criou uma página específica para a participação dos internautas. Basta responder a duas perguntas (“Na sua opinião, qual será o principal problema do Brasil daqui a dez anos”? e "Qual deve ser o tema do próximo Relatório de Desenvolvimento Humano? Por quê?") e clicar em "enviar respostas". O resultado da enquete será divulgado em 30 de novembro. Também na internet, uma consulta semelhante será feita no Portal do Voluntário, que reúne uma rede de 53 mil pessoas."Os relatórios de desenvolvimento humano do PNUD sempre tiveram a preocupação de não se restringir à informação acadêmica, de atingir um público maior. Agora, estamos partindo do próprio público", resume o coordenador do relatório brasileiro, Flavio Comim. O PNUD já fechou acordo com a CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil) para que as pastorais — que reúnem cerca de 300 mil pessoas — participem da escolha. A partir de uma parceria com a CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), o PNUD entrou em contato com 4 mil professores de pós-graduação, a fim de que também ajudem a definir o tema do relatório. Já foram contatados jornalistas e outras agências da ONU, e serão consultados representantes de órgãos públicos. O PNUD também negocia com o setor privado a possibilidade de expandir a consulta por meio de outros canais. As audiências públicas ocorrerão em um município de cada região brasileira. Já foi estabelecido que na região Sul o encontro será em Porto Alegre, na região Sudeste, em São Paulo, e na Centro-Oeste, em Brasília. Os locais do Nordeste e do Norte ainda não foram escolhidos. Para que o processo não se restrinja a metrópoles, o PNUD fará audiências nos dez municípios brasileiros de menor IDH-M (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal, uma adaptação do IDH aos indicadores regionais brasileiros): Manari, em Pernambuco; Jordão, no Acre; Guaribas e Caraúbas do Piauí, no Piauí; Traipu, em Alagoas; Ipixuna, no Amazonas; e Araioses, Santana do Maranhão, Lagoa Grande do Maranhão e Centro do Guilherme, no Maranhão. “O relatório vai dar ênfase à construção de relações da ONU com a sociedade civil organizada e não-organizada”, diz Comim. O resultado deve ser divulgado no fim de novembro. O diálogo com um público mais amplo vai ocorrer não só no processo de consulta, mas também no de divulgação, afirma o coordenador do relatório. “As parcerias também prevêem que o resultado do relatório chegue às pessoas.”A publicação será composta de três cadernos, com entre 30 e 50 páginas — um de diagnóstico, a ser divulgado entre março e abril, um com soluções, a ser divulgado no final de agosto, e um com indicadores, a ser lançado no fim de 2009, junto com o relatório propriamente dito. Todos esses produtos devem ser adaptados para cartilhas, com linguagem mais acessível e texto mais enxuto. O PNUD estuda ainda divulgar o conteúdo por vias alternativas, como teatros e jogos. "Não queremos que seja um relatório que ficará guardado na estante. Não queremos escrever só para os policy makers, queremos chegar a uma parcela maior da população", afirma Comim.Esse será o terceiro Relatório de Desenvolvimento Humano brasileiro. O primeiro, publicado em 1996, foi pioneiro ao calcular o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) para todas as unidades da Federação. O segundo, de 2005, destacou já no título os temas abordados: Racismo, pobreza e violência.
Entenda o cálculo do IDH Municipal (IDH-M) e saiba quais os indicadores usados
O Índice de Desenvolvimento Humano foi criado originalmente para medir o nível de desenvolvimento humano dos países a partir de indicadores de educação (alfabetização e taxa de matrícula), longevidade (esperança de vida ao nascer) e renda (PIB per capita). O índice varia de 0 (nenhum desenvolvimento humano) a 1 (desenvolvimento humano total). Países com IDH até 0,499 têm desenvolvimento humano considerado baixo; os países com índices entre 0,500 e 0,799 são considerados de médio desenvolvimento humano; países com IDH maior que 0,800 têm desenvolvimento humano considerado alto.
Para aferir o nível de desenvolvimento humano de municípios as dimensões são as mesmas – educação, longevidade e renda -, mas alguns dos indicadores usados são diferentes. Embora meçam os mesmos fenômenos, os indicadores levados em conta no IDH municipal (IDHM) são mais adequados para avaliar as condições de núcleos sociais menores.
Para a avaliação da dimensão educação, o cálculo do IDH municipal considera dois indicadores, com pesos diferentes: taxa de alfabetização de pessoas acima de 15 anos de idade (com peso dois) e a taxa bruta de freqüência à escola (com peso um). O primeiro indicador é o percentual de pessoas com mais de 15 anos capaz de ler e escrever um bilhete simples (ou seja, adultos alfabetizados). O calendário do Ministério da Educação indica que se a criança não se atrasar na escola ela completará esse ciclo aos 14 anos de idade, daí a medição do analfabetismo se dar a partir dos 15 anos. O segundo indicador é resultado de uma conta simples: o somatório de pessoas (independentemente da idade) que frequentam os cursos fundamental, secundário e superior é dividido pela população na faixa etária de 7 a 22 anos da localidade. Estão também incluídos na conta os alunos de cursos supletivos de primeiro e de segundo graus, de classes de aceleração e de pós-graduação universitária. Apenas classes especiais de alfabetização são descartadas para efeito do cálculo.
Para a avaliação da dimensão longevidade, o IDH municipal considera o mesmo indicador do IDH de países: a esperança de vida ao nascer. Esse indicador mostra o número médio de anos que uma pessoa nascida naquela localidade no ano de referência (no caso, 2000) deve viver. O indicador de longevidade sintetiza as condições de saúde e salubridade daquele local, uma vez que quanto mais mortes houver nas faixas etárias mais precoces, menor será a expectativa de vida observada no local.
Para a avaliação da dimensão renda, o critério usado é a renda municipal per capita, ou seja, a renda média de cada residente no município. Para se chegar a esse valor soma-se a renda de todos os residentes e divide-se o resultado pelo número de pessoas que moram no município (inclusive crianças ou pessoas com renda igual a zero). No caso brasileiro, o cálculo da renda municipal per capita é feito a partir das respostas ao questionário expandido do Censo – um questionário mais detalhado do que o universal e que é aplicado a uma amostra dos domicílios visitados pelos recenseadores. Os dados colhidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) através dessa amostra do Censo são expandidos para o total da população municipal e, então, usados para o cálculo da dimensão renda do IDH-M.
Uma vez escolhidos os indicadores, são calculados os índices específicos de cada uma das três dimensões analisadas: IDHM-E, para educação; IDHM-L, para saúde (ou longevidade); IDHM-R, para renda. Para tanto, são determinados os valores de referência mínimo e máximo de cada categoria, que serão equivalentes a 0 e 1, respectivamente, no cálculo do índice. Os sub-índices de cada município serão valores proporcionais dentro dessa escala: quanto melhor o desempenho municipal naquela dimensão, mais próximo o seu índice estará de 1. O IDHM de cada município é fruto da média aritmética simples desses três sub-índices: somam-se os valores e divide-se o resultado por três (IDHM-E + IDHM-L + IDHM-R / 3).
DIMENSÃO EDUCAÇÃO

Para medir o acesso à educação da população de uma localidade, o IDH municipal considera dois indicadores: a porcentagem de pessoas alfabetizadas entre os moradores com mais de 15 anos de idade daquele lugar (com peso dois no cálculo final) e a taxa de freqüência bruta a salas de aula (peso um).
Para medir o acesso à educação em grandes sociedades, como um país, a taxa de matrícula nos diversos níveis do sistema educacional é um indicador suficientemente preciso. Quando o foco está em núcleos sociais menores, como municípios, esse indicador é menos eficaz, pois os estudantes podem morar em uma cidade e estudar em outra, distorcendo as taxas de matrícula. Daí a opção pelo indicador de freqüência à sala de aula, que é baseado em dados censitários. O que se pretende aferir é a parcela da população daquela cidade que vai à escola em comparação à população municipal em idade escolar.
Pelo calendário do Ministério da Educação, aos 7 anos uma criança deve iniciar o primeiro ciclo do ensino fundamental. Aos 15 anos, o jovem deve ingressar na primeira série do ensino médio, e, aos 22 anos, concluir o ensino superior. Esse calendário indica que a maioria da população deveria estar envolvida no processo de aprendizado entre as idades de 7 e 22 anos. Por isso, ao se avaliar o acesso das pessoas ao conhecimento, divide-se o total de alunos nos três níveis de ensino pela população total dessa faixa etária. A esse indicador se dá o nome de taxa bruta de freqüência escolar.
O outro critério para a avaliação da educação de uma população é o percentual de alfabetizados maiores de 15 anos. Ele se baseia no direito constitucional de todos os brasileiros de terem acesso aos oito séries do ensino fundamental. Ao final desse período, que, pelo calendário normal se encerraria aos 14 anos de idade, espera-se que o indivíduo seja capaz de ler e escrever um bilhete simples. Daí a opção por se medir essa capacidade na população com 15 anos de idade ou mais. A taxa de alfabetização é obtida pela divisão do total de alfabetizados maiores de 15 anos pela população total de mais de 15 anos de idade do município pesquisado.
Se considerarmos que as taxas de alfabetização e de freqüência já variam entre 0 e 1 (0% a 100%), torna-se desnecessário "convertê-las" em um índice, como nas dimensões saúde e renda. É preciso apenas aplicar os pesos de cada indicador para se chegar a uma média.
Se o município em questão tem uma taxa bruta de freqüência à escola igual a 85% e uma taxa de alfabetização de 91%, o cálculo será assim:

[0,85 + (2 x 0,91)] / 3 => (0,85 + 1,82) / 3 => 2,67 / 3 = 0,89.

Logo, o IDHM-E do município será 0,89.

DIMENSÃO LONGEVIDADE

Para avaliar o desenvolvimento humano no que diz respeito à longevidade o IDH nacional e o IDH municipal usam a esperança de vida ao nascer. Esse indicador mostra qual a média de anos que a população nascida naquela localidade no ano de referência (2000) deve viver - desde que as condições de mortalidade existentes se mantenham constantes. Quanto menor for a mortalidade registrada em um município, maior será a esperança de vida ao nascer. O indicador é uma boa forma de avaliar as condições sociais, de saúde e de salubridade por considerar as taxas de mortalidade das diferentes faixas etárias daquela localidade. Todas as causas de morte são contempladas para chegar ao indicador, tanto as ocorridas em função de doenças quanto as provocadas por causas externas (violências e acidentes).
O Censo 2000 é a base de cálculo de todo o IDH municipal. Para se chegar ao número médio de anos que uma pessoa vive a partir de seu nascimento são utilizados os dados do questionário expandido do Censo. O resultado dessa amostra é expandido para o restante da população daquele município.
O cálculo da esperança de vida ao nascer é complexo e envolve várias fases. No caso da esperança de vida por município, as estatísticas do registro civil são inadequadas. Por isso, para o cálculo do IDH municipal optou-se por técnicas indiretas para se chegar às estimativas de mortalidade. A base são as perguntas do Censo sobre o número de filhos nascidos vivos e o número de filhos ainda vivos na data em que o Censo foi feito. A partir daí são calculadas proporções de óbitos. Aplica-se, então, uma equação que transforma essas proporções em probabilidade de morte. A próxima etapa é transformar essas probabilidades em tábuas de vida, de onde é extraída a esperança de vida ao nascer.
Para transformar esse número de anos em um índice, usa-se como parâmetro máximo de longevidade, 85 anos, e, como parâmetro mínimo, 25 anos. Assim, se o município em questão tem uma esperança de vida ao nascer de 70 anos, seu IDHM-L será:

(70 - 25) / (85 - 25) => 45 / 60 => IDHM-L = 0,750.

Logo, o IDHM-L do município será 0,750.

DIMENSÃO RENDA

O Produto Interno Bruto (PIB) de um país é o valor agregado na produção de todos os bens e serviços ao longo de um ano dentro de suas fronteiras. O PIB per capita é a divisão desse valor pela população do país. Trata-se de um indicador eficaz para a avaliação da renda de um universo amplo, como países e unidades da Federação. Esse é o critério usado pelo Pnud mundialmente para o cálculo do IDH-R dos países e dos Estados.
Na avaliação da renda dos habitantes de um município, o uso do PIB per capita torna-se inadequado. Por exemplo: nem toda a renda produzida dentro da área do município é apropriada pela população residente. A alternativa adotada é o cálculo da renda municipal per capita. Ela permite, por exemplo, uma desagregação por cor ou gênero da população, o que seria inviável de outra maneira.
A renda média municipal per capita indica a renda média dos indivíduos residentes no município expressa em reais, pela cotação do dia 1 agosto de 2000. Os valores são extraídos do questionário da amostra do Censo. A partir da pesquisa do IBGE soma-se todo tipo de renda obtida pelos moradores daquele município (inclusive salários, pensões, aposentadorias e transferências governamentais, entre outros). E a somatória é divida pelo número total de habitantes do município. O resultado é a renda municipal per capita.
Para transformar a renda municipal per capita em um índice é feito uma série de cálculos. Primeiro convertem-se os valores anuais máximo e mínimo expressos em dólar PPC (Paridade do Poder de Compra), adotados nos relatórios internacionais do Pnud (US$ PPC 40.000,00 e US$ PPC 100,00, respectivamente), em valores mensais expressos em reais: R$ 1.560,17 e R$ 3,90.
Em seguida, são calculados os logaritmos da renda média municipal per capita e dos limites máximo e mínimo de referência. O logaritmo é usado porque ele expressa melhor o fato de que um acréscimo de renda para os mais pobres é proporcionalmente mais relevante do que para os mais ricos. Ou seja: R$ 10,00 a mais por mês para quem ganha R$ 100,00 proporciona um maior retorno em bem-estar do que R$ 10,00 para quem ganha R$ 10.000,00.
Finalmente, para se chegar ao índice de renda municipal (IDHM-R) aplica-se a fórmula a seguir: IDH-R = (log de renda média municipal per capita - log do valor de referência mínimo) / (log do valor de referência máximo - log do valor de referência mínimo). Para um município com renda municipal per capita de R$ 827,35, o cálculo ficaria assim:

IDHM-R = (log R$ 827,35 - log R$ 3,90) / (log R$ 1.560,17 - log R$ 3,90) => IDHM-R = 0,894.

Fonte: http://www.pnud.org.br/administracao/reportagens/index.php?id01=3048&lay=apu

"Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil – 2003 - Fundação João Pinheiro - Governo de Minas Gerais".

HOJE É DIA MUNDIAL DO TURISMO - COMEMOREMOS!

Estabelecer “dias mundiais” dedicado a temas de relevância para o Planeta tem sido uma importante estratégia adotada pelo Sistema das Nações Unidas para a conscientização e sensibilização das comunidades em todo o mundo para esses assuntos . Dentro dessa estratégia , o dia 27 de setembro foi instituído, em 1980, pela Organização Mundial do Turismo - OMT, instituição pertencente ao Sistema das Nações Unidas, como o Dia Mundial do Turismo. A data foi escolhida por coincidir com um marco importante para a história do turismo no mundo: o aniversário de adoção dos Estatutos da OMT (em 27 setembro 1970).
A finalidade do Dia Mundial do Turismo é promover o conhecimento para a comunidade internacional sobre a importância do turismo, seus valores sociais, culturais, econômicos e políticos, atentando ainda para os impactos causados pela atividade bem como pela sua importância na resolução dos problemas relacionados à igualdade social.
Em observação ao calendário dos Dias Mundiais do Turismo pode-se afirmar que estes tiveram como principais temas até 2005, lemas relacionados ao turismo como um fator contribuinte para a igualdade, paz, solidariedade, tolerância entre os povos, seguido de temas referentes ao desenvolvimento da atividade turística, visando seu fortalecimento tanto como atividade com impactos econômicos como também sócio-culturais. A preocupação com a proteção e salvaguarda do patrimônio histórico-cultural da humanidade, sua utilização para o turismo bem como a garantia de acessibilidade a todos é demonstrada em no mínimo quatro Dias Mundiais do Turismo, a saber, nos anos de 1980, 1981, 1985 e 1999. Demonstra também a importância de que o turismo ocorra de forma planejada nos pilares da sustentabilidade e com atenção especial para o meio ambiente e o impacto aos recursos naturais.
A COOPERBOM TURISMO é uma Cooperativa que foi projetada dentro dos pilares mencionados, turismo, cultura, responsabilidade e sustentabilidade são os principais temas da base do turismo cooperativo, e a nossa cooperativa é atuante nos temas propostos, temos diversos projetos que, principalmente irão mitigar a pobreza, o fato é que a Aliança Internacional de Cooperativas já nos convidou para apresentarmos o nosso projeto cooperativo em conferências mundiais porque gerar emprego e renda através do turismo responsável e sustentável é o caminho para este processo de desenvolvimento.
Por recomendação da OMT, a cada ano, é escolhido pelos países membros da Organização um tema a ser debatido internacionalmente, desta forma estarão sempre em pauta os temas de maior relevância para o desenvolvimento do turismo mundial.
Parabenizamos a todos os profissionais da área do turismo por este dia!

Sites pesquisados: http://www.parceriaturismobrasil.com.br/diaturismo/

http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_Mundial_do_Turismo

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

AULAS DE DANÇA DE SALÃO E ALONGAMENTO NA COOPERBOM TURISMO

Alessandra Jatobá - Fisioterapeuta que ministra as aulas de alongamento.
Radija Almeida e William Maurício - Professores de dança de salão.
Momento da dança....Bolero.
Kaira Pereira - Professora de dança de salão.
Dança e movimento....Anos 80.

Iniciamos esta semana as aulas de Dança de Salão e Alongamento na sede da Cooperbom Turismo, o objetivo dos cursos além de capacitar para o setor turístico e entretenimento, é oferecer aos cooperados cursos com um custo menor e de qualidade.
Quem dança seus males espanta! Dançar é bom! Faz bem para o corpo e para a mente! Perder calorias? Sim. A dança pode ser uma alternativa para perder os quilinhos e deixar o corpo em forma. É uma opção para quem não gosta muito do ritmo das ginásticas, musculação e outras modalidades esportivas... Dançar também alonga os músculos, sem contar que a dança nos deixa de muito bom humor, porque é super divertida! A dança é considerada uma atividade de baixo impacto, ideal para quem não gosta de academias, além de manter a forma física, auxilia na melhora da auto-estima, pois trabalha o corpo e mexe com a emoção. Como as outras atividades, a dança também trabalha toda a musculatura do corpo (quando não estamos muito acostumados a dançar, os músculos ficam um pouquinho doloridos), além disso, também estimula a circulação sanguínea. Dança flamenca, dança do ventre, dança de salão, e muitas outras podem ser a grande saída para perder uns quilinhos e de quebra, ficar muito bem humorado.

Claro que o alongamento é essencial para que todas as atividades, incluindo a Dança de Salão tragam benefícios ao corpo.

Quando feitos de maneira adequada os alongamentos trazem os seguintes benefícios: -reduzem as tensões musculares; -relaxam o corpo; -proporcionam maior consciência corporal; -deixam os movimentos mais soltos e leves; - previnem lesões; -preparam o corpo para atividades físicas; - Ativam a circulação. No caso de estudantes eles podem ser feitos até no intervalo das aulas, o alongamento ajuda na respiração, facilitando a circulação sanguínea o que aumenta o raciocínio. Como deve ser feito? A respiração é fundamental: quando se respira fundo aumenta-se o relaxamento muscular. É a respiração que dá o ritmo ao exercício e por isso deve ser lenta e profunda. Deve-se respeitar os seus limites. Forçar o alongamento pode causar lesões nos músculos e tendões. Não se preocupe em alongar até ao limite. Aos poucos ganha-se flexibilidade. Regularidade e relaxamento são ingredientes obrigatórios para um bom alongamento. Aprender a introduzi-lo na rotina é fundamental. É possível alongar enquanto se faz outras coisas como ler ou ver TV. Os alongamentos conseguem esse resultado por aumentarem a temperatura da musculatura e por produzirem pequenas distensões na camada de tecido conjuntivo que revestem os músculos. Por que fazer alongamentos? Tanto uma vida sedentária, como a prática de atividade física regular intensa, em maior ou menor grau, promovem o encurtamento das fibras musculares, com diminuição da flexibilidade. Quanto à atividade física, esportes de longa duração como corrida, ciclismo, natação, entre outros, fortalecem os músculos, mas diminuem a sua flexibilidade. Nos dois casos, a conseqüência direta desse encurtamento de fibras é a maior propensão para o desenvolvimento de problemas em ossos e músculos. Provavelmente, a queixa mais freqüente encontrada tanto entre sedentários, como entre atletas, é a perda da flexibilidade provocando dores lombares, por encurtamento da musculatura das costas e posterior das coxas, associado a uma musculatura abdominal fraca. Com a prática regular de alongamentos os músculos passam a suportar melhor as tensões diárias e dos esportes, prevenindo o desenvolvimento de lesões musculares.
Na próxima semana estarão iniciando as aulas dos cursos para Garçon e garçonete, Modelo e Manequim (maquiagem, postura, etiqueta) e Inglês Instrumental. As matrículas estão abertas e as vagas são limitadas, pois trabalhamos com resultados.
Participe! Mexa-se! Venha dançar conosco!

SOCIEDADE SÃO VICENTE DE PAULO DE ILHÉUS

Cel. Winston Meireles, Maria Morais e Luíz Roberto A. R. Maia.

Fundada em setembro de 1916, a história da instituição na região se consolida na década de 50, quando os vicentinos de Ilhéus davam assistência aos mendigos e aos presos da cidade. Ainda sem sede própria, reuniam-se na igreja de São Jorge, até a construção da Casa do Mendigo na avenida Itabuna, em terreno doado pelo médico Raymundo do Amaral Pacheco. A sede atual da instituição seria inaugurada somente em 1951, localizada no Alto da Conquista.
Em Ilhéus, em 1955, os vicentinos passaram a administração do Abrigo São Vicente de Paulo para as Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição. A instituição cresceu com o apoio e a caridade da sociedade ilheense, considerada hoje uma das melhores do gênero, no país, e um exemplo de fé e serviço social.
Historicamente, os vicentinos são leigos ligados à Igreja Católica que têm como objetivo fazer o bem, cuidar dos mais necessitados, seguindo os preceitos de São Vicente de Paulo, sem fazer alarde da sua obra. Esta ordem foi fundada na França em 1833, por Antônio Frederico Ozanan, quando tinha apenas 20 anos de idade.

Atualmente a Sociedade São Vicente de Paulo é presidida por Luíz Roberto A. R. Maia, também co-fundador e cooperado da COOPERBOM TURISMO. Engenheiro de formação, tendo prestado serviço na Força Aérea Brasileira, é um atuante e competente administrador, que tem feito um excelente trabalho na instituição.

Parabéns a todos os colaboradores que fazem deste trabalho uma fonte inesgotável de solidariedade e desprendimento.


27 de Setembro - Dia Nacional do Idoso

















Foto: Reunião dos clubes da Melhor Idade na sede da Cooperbom Turismo em 11 de fevereiro de 2008.

A Cooperbom Turismo sente-se honrada por prestar sua singela homenagem aos jovens da 3ª Idade, esta maravilhosa idade da sabedoria, das experiências vividas, do amor desprendido e incondicional dos avós, dos tios-avós.

Aprenda a curtir seus Anos Dourados

Idoso é quem tem o privilégio de viver uma longa vida... velho é quem perdeu a jovialidade.A idade causa a degenerescência das células... a velhice causa a degenerescência do espírito.
Você é idoso quando sonha... você é velho quando apenas dorme.
Você é idoso quando ainda aprende... você é velho quando já nem ensina.
Você é idoso quando se exercita... você é velho quando somente descansa.
Você é idoso quando tem planos... você é velho quando só tem saudades.
Para o idoso a vida se renova a cada dia que começa... para o velho a vida se acaba a cada noite que termina.
Para o idoso o dia de hoje é o primeiro do resto de sua vida... para os velhos todos os dias parecem o último de uma longa jornada.
Para o idoso o calendário está repleto de amanhãs... para o velho o calendário só tem ontens.
Que você, quando idoso, viva uma vida longa, mas que nunca fique velho.
Parabéns a todos os idosos das nossas vidas !

Fonte: Particip-Ação, jornal da comunidade São Carlos Borromeu, Ago/Set/Out.2002

terça-feira, 23 de setembro de 2008

EMANCIPAÇÃO DO CORPO DE BOMBEIROS DA BAHIA


O Corpo de Bombeiros da Bahia está em mobilização para conscientizar a população para a importância deste movimento cujo maior objetivo é a busca de um melhor serviço público do Corpo de Bombeiros para a Bahia, o que somente será vislumbrado com a emancipação e a aprovação do Código de Prevenção de Incêndio e Pânico, para assegurar a autonomia administrativa orçamentária e financeira, de uma nova Organização de Corpo de Bombeiro Militar, profissional com formação fundamentalmente de Bombeiro, baseada em uma doutrina Bombeirística.
O movimento conclama a todos a lembrar a sensação de quando não são bem supridos em seu direito referente a um serviço público.
Segundo o movimento, hoje o Corpo de Bombeiros não tem uma estrutura que preste um serviço de qualidade, nem para os Bombeiros, nem para o policial militar, nem para qualquer cidadão.
A emancipação colocará a corporação da Bahia na relação das Corporações de Bombeiros do nosso imenso Brasil, somando hoje 22 corporações independentes.
O Corpo de Bombeiros do Estado do Rio Grande do Norte é um exemplo, atualmente vive uma fase de extraordinária mudança em sua estrutura organizacional. Após um longo período de sonhos e planos por uma instituição moderna e eficiente, a cada dia aproxima-se um horizonte vislumbrado pelos olhos esperançosos de cada bombeiro, que há quase meio século faz do seu labor não apenas uma profissão, mas um sacerdócio de solidariedade.
O desenvolvimento organizacional é uma resposta à mudança, uma complexa estratégia educacional que tem por finalidade mudar as crenças, as atitudes, os valores e a estrutura das organizações, de modo que elas possam adaptar-se melhor aos novos mercados, tecnologias e desafios e ao próprio ritmo vertiginoso das mudanças.
Para os Bombeiros, fazer parte da Polícia Militar é motivo de honra e orgulho pois será sempre a célula mater, instituição séria e organizada, firmada sobre os sólidos pilares da hierarquia e da disciplina. Desde a criação do Corpo de Bombeiros em nosso Estado, a Polícia Militar sacrificou parte do seu efetivo, selecionando-os sempre entre os mais dedicados e valorosos, confiando-lhes o mister de uma missão altamente qualificada, onde o risco à própria vida está presente a cada nova ocorrência.
A emancipação representa para o Corpo de Bombeiros tal como a maioridade de um filho, que deixa a casa dos pais para constituir uma nova família. A autonomia administrativa é um passo imprescindível para uma instituição que precisa crescer para ocupar o seu verdadeiro lugar na sociedade.
"Quem nunca teve o sonho de ser um bombeiro?", aquele que salva, protege e enfrenta o perigo por quem precisa de ajuda.

Para conhecer o trabalho e benefício à população de outras unidades do Brasil após a emancipação, acesse os sites:



segunda-feira, 22 de setembro de 2008

LIONS CLUBES DE ILHÉUS RECEBEM A VISITA DO GOVERNADOR - DISTRITO LA2





























Esteve em visita à Ilhéus neste sábado, 20 de setembro, o Governador Dione S. Gutenberg Costa - Distrito LA-2 para o ano Leonístico 2008/2009 (de julho 2008 a junho 2009) e sua esposa, a Domadora Maíza Abramovitz, juntamente com o casal de secretários Dário e Uiara lopes. Foram recebidos pelos leões dos três clubes: Centro, Pontal e Norte. Após recepção, no marco do Lions na entrada da cidade, seguiram para o Lions Centro, onde realizou-se uma reunião com os clubes locais. Foram recepcionados para almoço no Vesúvio pelo casal leonino Vera e Guido Paternostro, à tarde visitaram as obras físicas dos clubes na cidade: Casa de Retiro Nossa Senhora das Graças, apartamentos no abrigo São Vicente de Paulo; cinco gabinetes odontológicos na sede do clube Ilhéus - Centro, que atende em média 1.600 pacientes ao mês, em convênio com a prefeitura; o marco do Lions no aeroporto, informando-se sobre o andamento das ações realizadas pelo restabelececimento dos vôos; a sede do Lions - Pontal; a creche Bom Pastor na Barreira, que atende cerca de 170 crianças por dia; a sede do clube Ilhéus - Norte na Av. Dois de Julho, onde conheceu o trabalho desenvolvido pelas companheiras com gestantes e crianças recém-nascidas.
À noite, foi oferecido ao Governador e seus secretários um jantar no hotel Jardim Atlântico, na rodovia Pontal - Olivença, com a presença de companheiros dos três Lions e autoridades. A cantora Amanda Andrade animou a noite com seu teclado e belíssima voz. Neste domingo, após participação na XXI Caminhada da Primavera, promovida pelo Lions Clube Ilhéus - Centro, em benefício dos tuberculosos, que se encontram em tratamento na Fundação Nacional de Saúde, uma campanha permanente do clube, que há 46 anos doa cestas básicas aos portadores da doença, seguindo de um café da manhã na 18ª CSM, o governador encerrou sua visita à Ilhéus, cujo objetivo além de conhecer a programação de cada Clube, foi tratar de questões relacionadas ao Lions Internacional, orientando aos Clubes sobre outros trabalhos a serem feitos, como por exemplo, os que se referem à diabetes e a visão. O Lions Pontal e o Lions Norte estão desenvolvendo um projeto para a realização de 500 cirurgias de catarata em Ilhéus, Itabuna e Una/Canavieiras no próximo ano. O Governador levou o projeto para análise e capitação de recursos financeiros junto ao Lions Internacional. Na oportunidade, estiveram também presentes representantes da sociedade civil e do Rotary. A Cooperbom Turismo foi representada pelo Diretor Presidente, Cel. Winston Meireles, que também faz parte do Lions Pontal, sua esposa e domadora Sueli Meireles e a Diretora Assistente Maria Morais.

sábado, 20 de setembro de 2008

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DAS COOPERATIVAS DE TURISMO NA INDIA

International Co-operative Alliance Organization

A COOPERBOM TURISMO foi convidada pela ICA - Asia & Pacific - Aliança Internacional de Cooperativas - braço para a Ásia e o Pacífico, para integrar o grupo que apresentará projetos na Conferência Internacional das Cooperativas de Turismo que ocorrerá em Jaipur, na India nos dias 14 e 15 de Outubro de 2008. Estarão presentes cooperativistas do mundo inteiro para o evento que discutirá entre outros temas, o conceito do turismo cooperativo, com apresentações técnicas das cooperativas de turismo, para legisladores e executivos do cooperativismo, por renomados profissionais do setor do turismo cooperativo na Europa e na Ásia, provendo as coooperativas de turismo com estratégias para uma melhor posição tanto nacional quanto internacional através de redes existentes de cooperativas com a ICA. Serão apresentados Case Studies sobre atividades relacionadas ao turismo em Cooperativas no Japão, Coréia, China, Malasia e India, onde o turismo cooperativo tem despontado com enorme força nos últimos anos gerando emprego e renda em toda a cadeia produtiva e fortalecendo os laços entre as nações com o turismo da Paz.


“Cooperation teaches tolerance and tourism through cooperatives inculcates tolerance”.

"A Cooperação nos ensina a tolerância e o turismo através das cooperativas nos propicia o aprendizado da tolerância".

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

BRASIL: Melhor IDH é do DF; O Nordeste concentra os piores



Estados do Nordeste são os últimos no ranking nacional, mas a região foi a que mais evoluiu entre 1991 e 2005 e mostram números inéditos.
Entenda o IDH
O IDH é um índice criado pelo PNUD e calculado para diversos países desde 1990. Originalmente proposto para medir a diferença entre países, foi adaptado para ser aplicado também a Estados e municípios. O índice vai de 0 a 1 — quanto mais perto do 1, maior o desenvolvimento humano. O cálculo é feito pela média simples de três componentes: IDH Longevidade: indicador de longevidade, medida pela esperança de vida ao nascer; IDH Educação: indicador de nível educacional, medido pela combinação da taxa de alfabetização de pessoas de 15 anos ou mais (com peso 2) e da taxa bruta de matrículas nos três níveis de ensino (fundamental, médio e superior) em relação à população de 7 a 22 anos de idade (com peso 1). Para regiões, Estados e municípios do Brasil, usa-se a taxa de freqüência; IDH Renda: indicador de renda, medido pelo PIB real per capita em dólares, segundo o critério de Paridade do Poder de Compra. Para regiões, Estados e municípios do Brasil, usa-se a renda familiar per capita.
O
mais recente ranking do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) dos Estados brasileiros mostra um país partido ao meio. Os números, referentes a 2005, revelam que todos os 11 melhores IDHs são de unidades da Federação do Sul, Sudeste e Centro-Oeste – com destaque para o Distrito Federal, na primeira colocação. Já os piores são os nove Estados nordestinos — não há um Estado sequer do Nordeste com IDH melhor que o de qualquer outra parte do Brasil, segundo o relatório Emprego, Desenvolvimento Humano e Trabalho Decente – A experiência brasileira recente, lançado por três agências da ONU: CEPAL (Comissão Econômica para América Latina e Caribe), OIT (Organização Internacional do Trabalho) e PNUD.
“Sem dúvida, [o documento] mostra um Brasil dividido. Isso se dá por conta da concentração de renda e da atividade econômica em termos geográficos. A produção ainda é muito mais concentrada no Sudeste e no Sul”, afirma Renato Baumann, coordenador-geral da publicação. O estudo, lançado em 8 de setembro em Brasília, é o primeiro a trazer uma série histórica, ano a ano (de 1991 e 2005), do IDH dos Estados e das regiões do Brasil.
O melhor índice, o do Distrito Federal, é de 0,874, igual ao da Hungria e superior ao de países como Argentina e Emirados Árabes Unidos. A unidade da Federação é líder no ranking em todos três subíndices que compõem o indicador elaborado pelo PNUD (leia mais sobre a composição do IDH no texto ao lado), mas o destaque fica para a renda per capita: o índice relativo à renda (0,824) é muito superior ao do segundo colocado nesse quesito (São Paulo, com 0,768). O IDH-Educação (o componente de instrução do índice) do Distrito Federal é maior que o da Itália, Suíça e Alemanha – esse item, no entanto, mede freqüência à escola e alfabetização, e não qualidade do ensino. Seu IDH Longevidade (que leva em conta a expectativa de vida) supera o de Omã e Argentina, por exemplo.
O segundo lugar no IDH é de Santa Catarina (o Estado que mais melhorou no ranking de 1991 até 2005, ganhando três posições), com 0,840. Em seguida vem São Paulo (que registrou o segundo menor crescimento desde 1991), com 0,833.
Na ponta debaixo , Alagoas, que tinha o pior IDH em 1991, continuou na mesma posição em 2005, com 0,677. Da mesma forma, Maranhão, Piauí e Paraíba não deixaram de ser o segundo, terceiro e quarto piores, respectivamente. Entre todos os índices que compõem o IDH, Alagoas só não tem a pior posição no quesito renda — o IDH-Renda de Maranhão é menor
.
Lenta melhora
Entre 1991 e 2005, o IDH de todas as unidades da Federação melhorou. A região Nordeste, que registra os piores números desde a década passada, foi a que teve também o maior crescimento do índice: 16,3%. Depois vêm Sudeste e Centro-Oeste, ambos com 10,9%. O Sul, que mantém os seus três Estados entre os seis primeiros IDHs também desde a década passada, foi o que menos evoluiu no indicador: 8,5%. Dos dez Estados com maior variação no índice, nove são nordestinos. Os de melhoria mais forte foram Paraíba, Piauí e Bahia.
O vetor da melhoria recente está, segundo o relatório, na educação. “É possível dizer que, das três dimensões do IDH (renda, educação e longevidade), o destaque foi a elevação da instrução. Em todas as unidades da Federação o índice de educação foi o que mais cresceu entre 1991 e 2005. A evolução do IDH-Educação — e, de modo menos pronunciado, do IDH-Longevidade — contribuiu para que diminuísse consideravelmente a diferença (...) entre os níveis de desenvolvimento das regiões brasileiras."
“Há uma certa desconcentração geográfica do processo produtivo em curso. Setores como o calçadista, de automóvel, estão se expandindo tanto da região metropolitana para o interior quanto do Sul/Sudeste para o Nordeste. Isso leva a aumento de renda per capita, de exigência por mão-de-obra qualificada (o que influi na educação) e, conseqüentemente, a maior atendimento público de saúde — o que influi na longevidade”, explica Baumann. “De qualquer forma, essa distribuição ocorre em ritmo lento”, avalia.
Metodologia diferente
Para analisar a variação dos níveis de desenvolvimento humano nos Estados brasileiros e no país como um todo, o relatório calculou os dados do IDH de 1991 a 2005. O resultado, porém, é fruto de uma metodologia diferente da usada pelo PNUD nos
Relatórios de Desenvolvimento Humano e no Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil.
No relatório publicado em 8 de setembro, o cálculo é feito com base na PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), um levantamento socioeconômico feito anualmente pelo IBGE. Os dados de 1991 e 2000 (anos em que não houve PNAD, mas Censo) foram adaptados para permitir a comparação com o restante da série histórica. No Atlas, há números apenas de 1991 e 2000, extraídos do Censo.
No Relatório de Desenvolvimento Humano, publicado anualmente em Nova York, alguns indicadores são diferentes dos usados no estudo brasileiro. Para calcular o IDH Renda, por exemplo, o relatório internacional usa o PIB per capita; no documento lançado na semana passada, é usada a renda familiar per capita.

UM GIRO SOBRE ILHÉUS - Terra maravilhosa!

Casario abandonado no Rio do Braço.
Centro antigo de Ilhéus.
Casario abandonado no Rio do Braço, construções históricas.
Baia do Pontal.
Casario abandonado no Rio do Braço.
A cabeceira 29 do aeroporto, alvo de grande polêmica.
Catedral de São Sebastião.

A cidade de Ilhéus foi fundada em 1534 e emancipada em 1881, quando passou de distrito a cidade. No fim do séc. XIX, a principal atividade econômica de Ilhéus era a extração e exportação do cacau para a Europa. Porém desde o aparecimento da praga da vassoura-de-bruxa, quando praticamente levou ao caus este tipo de atividade, Ilhéus passou a preocupar-se mais com o desenvolvimento da indústria canavieira, e em consequência disto, surgiu então outra atividade que lhe geraria mais divisas: o turismo. Possuidora de atributos no que diz respeito à beleza, Ilhéus desde a sua "porta de entrada" mostra-se como um cartão postal. Belas praias, belas orlas, belas paisagens. É realmente um lugar para lazer, descanso e apreciação. Uma boa dica para ampla observação da cidade é subir o Outeiro de São Sebastião ou o Morro de Pernambuco onde pode-se vislumbrar toda a baía de Ilhéus. Como não poderia faltar, aquí vão algumas dicas:
Principais praias (opinião de turistas, incluindo as de Itacaré)) - Engenhoca, Camboinha, da Concha, Hawaizinho, Itacarezinho, da Costa, Norte, Sul, Avenida e toda a Orla do Pontal. Outros pontos turísticos - Estância Hidromineral de Olivença (fonte de águas medicinais) e o Véu de Noiva (belíssima queda d'água para tirar fotos). Agito noturno, Bataclã é em Itacaré, cidade próxima e de rara beleza. Na bela Ilhéus, encontra-se o point dos melhores restaurantes da cidade como por exemplo o Boca du Mar, Le Baron e o Vesúvio, todos a la carte e com shows ao vivo. Ilhéus é bem servida de hotéis, existem vagas para todas as classes sociais; de resorts a pequenas pousadas. Na Av. Soares Lopes, no centro da cidade, encontra-se a Praia da Avenida e mais adiante a Praia do Cristo. O comércio é amplo, como nas grandes cidades, encontra-se tudo. Quem gosta de dançar ou deseja fazer aulas de Dança de Salão, certamente encontrará na Cooperbom Turismo espaço para se divertir com as aulas de professores treinados.
Curiosidades de Ilhéus: A sua história, que vem desde a época das capitanias hereditárias, conta com a doação de uma vasta e extensa área de terra feita a Jorge de Figueiredo Correia, donatário até então do que se chamava de terra indígena. Em 1535 na Ilha de Tinharé, que passara à denominação de Capitania de Ilhéus, teve a sua sede administrativa mudada para a região da Foz do Rio Cachoeira, desta vez chamada de Baía de Ilhéus. Este mesmo donatário mais tarde, mandou chamar o espanhol Francisco Romero para tentar fazer a pacificação dos indígenas locais (os tupiniquins) para que pudessem mais tarde criar a fundação cultural da Vila de São Jorge dos Ilhéus. Em 1551, com a morte do donatário, a capitania teve por diversas vezes a mudança de donos e acabou caindo no descuido daqueles que não se importavam com a sua história transformando-a apenas numa vila de pescadores. Hoje ela é conhecida no mundo todo por causa de Jorge Amado, criador de "Gabriela, Cravo e Canela" que teve Ilhéus como cenário deste romance.
O governo municipal está articulando com o governo estadual, buscando opções para implantação de um grande programa de investimentos em Ilhéus, preservando a natureza e sua biodiversidade.
A Cooperbom Turismo convida a todos para conhecer um pouco deste lindo município de Ilhéus, em fotos que foram feitas pelo competente José Nazal que saiu em busca de áreas alternativas para esses novos investimentos. As fotos são maravilhosas, infelizmente, o espaço é pequeno para todas que ele clicou, assim, foram escolhidas algumas para que se possa conhecer esta bela região.